Há tanta coisa implicada nessa frase que fica até difícil saber por onde começar. Primeiro vamos às pergunta: Você já se colocou na posição de se preocupar mais com o outro do que ele mesmo se preocupa consigo mesmo? Você já foi sufocado pela preocupação de outra pessoa?

Eu vejo isso ocorrendo em todas as relações ao meu redor e nas minhas próprias relações. Eu, particularmente, já estive nas duas posições. Com o trabalho da nossa espiritualidade e da nossa psiquê, percebemos a inutilidade dessa “preocupação” e o quanto de treta que ela causa.

Ou seja, uma atitude (de preocupação) que deveria ser benevolente, se usada de forma equivocada, traz disfunções emocionais para todas as pessoas envolvidas no processo. Espaços individuais se invadem, causando um desconforto em uma das partes ou até mesmo nas duas.

Algo que estaria implicado também nessa preocupação sem moderação seria o Controle. Qual a linha tênue que separa a preocupação da vontade de controlar o outro?

É preciso mergulhar em si mesmo profundamente para entender as nuances de tudo que nos incomoda e traz sofrimento.

Sarita de Oliveira
Psicoterapeuta Holística e Terapeuta Floral 🌼
(71) 99652-7105 @saritapsi | Atendimentos por videoconferência ou telefone

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